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VALDEMIR CINTRA LEVA O PROJETO POESIA NAS ESCOLAS A SÃO BENTO DO UNA

O Projeto Poesia nas Escolas, terá sua edição, no Colégio de Referência José do Patrocínio Mota, na cidade de São Bento do Una, nesta sexta feira, dia 18 de maio... Mais informações »

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ESTUPRADOR DE BELO JARDIM É IDENTIFICADO E CONSIDERADO FORAGIDO PELA POLÍCIA

A Polícia Civil de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, divulgou a identidade do suspeito de estuprar duas jovens dentro do banheiro de um bar no município... Mais informações »

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EX-DIRETOR DE OBRAS ENVIA TEXTO CITANDO E COBRANDO RESPOSTAS DE HÉLIO DOS TERRENOS SOBRE AS OBRAS PARADAS EM BELO JARDIM

O ex-diretor de Obras da prefeitura de Belo Jardim, Ubirajara Carvalho (Bira), enviou para o blog, uma carta dirigida ao prefeito, Hélio dos Terrenos, onde cita... Mais informações »

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MUNICÍPIO DE BELO JARDIM PAGARÁ MULTA QUASE MILIONÁRIA EM RAZÃO DA INCOMPETÊNCIA DO PREFEITO HÉLIO DOS TERRENOS

Belo Jardim está desgovernado. A prefeitura de Belo Jardim deixará de investir até meio milhão de reais do dinheiro de nossos impostos, que seriam destinados...... Mais informações »

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JOÃO MENDONÇA FALA SOBRE O BOATO DE QUE ELE IRIA SE UNIR A HÉLIO DOS TERRENOS, LEIA

Diante dos últimos acontecimentos com o rompimento da aliança Cintra Galvão/Hélio dos Terrenos, e as demissões dos indicados pelo grupo Galvão... Mais informações »

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sábado, 29 de novembro de 2014


Depois de polêmicas, incertezas e até um 'bate-cabeça' com a Penalty, o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, confirmou que Rogério Ceni não irá se aposentar ao fim desta temporada.

Aidar, em entrevista com a imprensa durante o evento da Penalty que revelou a camisa de despedida de Rogério Ceni, afirmou que o goleiro renovou o contrato até o dia 5 de agosto do ano que vem.

"Oi, torcedor são-paulino. Queria agradecer, de coração, a força que vocês me deram, o grito da arquibancada, as mensagens, enfim. Estamos juntos em 2015. Mais uma Copa Libertadores", afirmou o goleiro, em um vídeo divulgado na página do clube no Facebook.

O contrato ainda pode ser renovado até dezembro de 2015 se o clube paulista ganhar a Copa Libertadores do ano que vem, para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa.

O presidente são-paulino ainda afirmou que demorou exatos 3s para Rogério renovar com o clube. "Foi tranquila (a negociação). A gente estava esperando o final do Campeonato Brasileiro para poder conversar", disse Aidar.

"Eu conversei com o Rogério e fiquei de ter uma conversa pessoal hoje. Ele já tinha treinado. Sentamos, e a conversa não demorou 3s. O Rogério quis ficar, a torcida quer que ele fique, o Muricy quer, todos nós queriamos que ele ficasse", explicou o presidente do São Paulo, ao vivo no Bate-Bola 2ª edição.

A renovação partiu do São Paulo, que sugeriu a ideia ao goleiro. Rogério, segundo Aidar, acatou o pedido.

Reserva de Rogério Ceni há quase 5 anos, Dênis aguardava ansiosamente pela expectativa de ser titular.  "O Dênis estava esperando, vou conversar com o Dênis ainda. Ele é menino ainda. A paciência é uma arte", analisou Aidar.

Fonte: ESPN

quinta-feira, 27 de novembro de 2014


Mesmo hoje em dia, dirigentes de Flamengo, São Paulo e Sport ocasionalmente trocam bravatas ou ações na Justiça por causa da Taça das Bolinhas, troféu antigamente entregue ao campeão brasileiro de futebol. Mas, numa época em que a peça ainda não tinha esse status de polêmica, um zagueiro precisou de bravura para defendê-la, ficando quase nu em campo para salvar a famosa armação de metal.

Estevam Soares era o capitão do Sport em 1987 e foi o responsável por erguer a Taça das Bolinhas na conquista do Brasileiro contra o Guarani, após o abandono de Flamengo e Inter da disputa. O campo da Ilha do Retiro foi invadido por torcedores eufóricos, sendo que muitos deles queriam interagir de qualquer maneira com o troféu do primeiro título nacional do time de Recife. Foi aí que o ex-zagueiro precisou agir.

"Hoje existe uma segurança muito grande, os repórteres não entram nem em campo. Quando o time é campeão, monta-se um pódio. Antigamente a torcida invadia e te depenava", relata Estevam, hoje técnico com passagem por grandes times do país.

"Foi uma coisa só minha. Começou a volta olímpica, a torcida veio junto, povão animado, era campeão brasileiro. Pegavam na taça, e eu não largava. Eu estava cansado, 90 minutos de jogo, foi desgastante, mas não largava. Se eu largasse, a taça não estaria aí para contar história. Acho que fiz mais sacrifício para segurar ela do que para jogar 90 minutos. Ficavam uns dois ou três puxando camisa, outro calção. Fiquei só de sunga no final. Era cotovelada num, cotovelada em outro, mas consegui segurar. Ela poderia estar derretida hoje", descreve o episódio, com bom humor.

Esta partida final do conturbado Brasileiro de 1987 aconteceu somente no ano seguinte, em 7 de fevereiro de 1988. Depois de um empate em Campinas, o Sport definiu a conquista do quadrangular final com uma vitória por 1 a 0, com gol de Marco Antônio.  

O Sport ganhou o módulo amarelo da Copa União sob o comando do então novato técnico Emerson Leão. No entanto, Jair Picerni foi o treinador no quadrangular decisivo, quando Flamengo e Inter perderam por WO, ou seja, não apareceram para jogar [explicamos a confusão em tabela no fim do texto].

"O Jair (Picerni) fazia o treino no sábado cedo e depois liberava. A gente já sabia que eles não viriam. Era para a gente se apresentar na Ilha umas 3h ou 4h da tarde. Ia todo mundo para a praia de Boa Viagem, com a família, namorada ou sozinho mesmo. Estava um sol daqueles, era começo de ano. Todo mundo tomando cerveja. E o pessoal chegou meio 'quente' no primeiro jogo. O juiz dava a saída, e a gente ganhava por WO. No outro jogo, vieram mais 'quente' ainda. Eu falei: 'rapaziada, e se eles tiverem se concentrado de surpresa em Sergipe e vierem jogar?'. Mas não tiveram jogos e acabou na decisão Guarani x Sport", relembra o ex-capitão sobre o inusitado desfecho de torneio.

Estreia como profissional aos 17 anos (marcando Pelé)

Revelado pelo Guarani, Estevam Soares estreou em 1974 em um jogo com o Santos no Pacaembu. A missão do novato de apenas 17 anos seria simplesmente marcar Pelé. Foi uma tarde de valioso aprendizado para o zagueiro iniciante.

"Chegamos ao Pacaembu, eu subi para ver o campo. Um companheiro chegou e me disse: 'toma cuidado para levantar o pé contra ele. O Pelé chega de sola e quebra a perna do jogador'. Psicologia era zero. Mas depois da primeira dividida, uns 10 minutos, ele chegou para mim: 'ô, garoto, cuidado que você não sabe bater'. Eu falei: 'o senhor está certo'. Aí eles fizeram 1 a 0, 2 a 0. No fim, o Carlos Alberto Torres cruzou, e eu subi. Mas o Pelé subiu mais alto e tocou de cabeça. Ele me falou: 'garoto, quando a bola estiver no fundo, não olha para ela. Olha para o atacante na área'. Eu falei de novo: 'muito obrigado, o senhor está certo'. No fim do jogo fiquei com a camisa dele, guardo até hoje", conta o ex-bugrino sobre a reverência ao rei.

Anos mais tarde, o zagueiro enfrentou uma grave fratura na tíbia, numa partida amadora, e ficou mais de um ano fora de atividade. Mesmo assim, Estevam conseguiu voltar e integrou o elenco do São Paulo que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1977 [ficou fora da partida do título, por suspensão]. O defensor também passou por Portuguesa, Bahia, Vitória, Ponte Preta, entre outros clubes.

Técnico de times de ponta e saída polêmica do Palmeiras

Como técnico, Estevam Soares tem como trabalho mais reconhecido a passagem pelo Palmeiras, entre 2004 e 2005. Também chegou a liderar o Brasileiro de 2004 com a Ponte Preta e livrou o Botafogo do rebaixamento em 2009. O treinador ainda comandou Guarani e São Caetano, além de times de Líbano e Arábia Saudita. Seu último trabalho foi na direção do CSA, de Alagoas.

A passagem pelo Palmeiras contou com uma classificação para a Libertadores. No entanto, um entrevero com Diego Souza durante jogo do Paulistão em Araras minou a continuidade do trabalho. Neste caso, o meia saiu de campo ofendendo o treinador após ser substituído de campo.

"Foi o episódio que culminou (na demissão). Acho que foi o primeiro grande desmando diretivo do Palmeiras. Nunca eles poderiam ter me demitido naquele momento, prevalecendo a indisciplina do jogador. Na minha análise, me comportei muito bem. Me ligaram do Japão, do Leste Europeu, para comentar. Imagina se eu saio na porrada com um jogador em campo. Agi como profissional. No dia seguinte, prevaleceu ele. Ficou afastado uns dois ou três dias e voltou", conta.

"Mas foi também uma coisa de mudança de diretoria. Saiu o Mustafá (Contursi), que tinha me contratado. O pessoal que assumiu era da mesma coligação, o (Afonso) Della Monica. Chegaram pensando em eliminar as coisas do Mustafá. Não mediram esforços para tirar a comissão técnica", acrescenta o treinador, que espera voltar a trabalhar no primeiro semestre de 2015.

Taça das Bolinhas: Entenda a polêmica sem fim

Atualmente a Taça das Bolinhas se encontra guardada em uma agência da Caixa Econômica Federal, em São Paulo. O banco foi responsável pela criação do troféu, para ser entregue de forma definitiva ao primeiro clube que fosse campeão brasileiro cinco vezes, ou então três vezes consecutiva.

A polêmica sobre o detentor definitivo surgiu no final de 2007. Com o quinto título brasileiro conquistado, o São Paulo passou a brigar pela posse da taça, enquanto que o Flamengo alegava ser o legítimo merecedor dela, em razão das conquistas de 1980, 1982, 1983, 1987 e 1992 - embora a de 1987 não fosse reconhecida pela CBF.

Naquele ano, o torneio nacional foi organizado pelo Clube dos 13 e substituiu o Brasileiro, ganhando o nome de Copa União. Mas, com o campeonato em curso, a CBF determinou que os vencedores dos módulos verde (Flamengo e Internacional) e amarelo (Sport e Guarani) deveriam se enfrentar em um quadrangular.

Após a recusa de Fla e Inter de participar da extensão do campeonato, mantendo a decisão do Clube dos 13, o Sport bateu o Guarani e foi declarado o campeão (no início do torneio, o módulo amarelo era encarado como uma espécie de Série B).

Uma sentença de 1994 estabeleceu o clube pernambucano como campeão de 1987. Em 2011, no entanto, a CBF reconheceu os cariocas também como vencedores daquela temporada, mas acabou desautorizada pela Justiça. O Flamengo então recorreu ao STJ, mas foi derrotado em abril deste ano. Os rubro-negros ainda podem apelar ao Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta instância do Poder Judiciário no país.  

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

A diretoria do Sport definiu o local do jogo contra o São Paulo, que acontece no próximo dia 7, válido pela última rodada da Série A. Depois de ter recebido propostas para levar a partida para outros estados, ficou decidido que os rubro-negros recebem os tricolores na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata.

De acordo com o presidente do clube, João Humberto Martorelli, a intenção de manter o jogo no território pernambucano foi de presentear o torcedor, que tem apoiado o time em casa. A seu favor, o Sport ainda conta com um retrospecto positivo no estádio da Copa. Mandou seis jogos nesta Série A e não foi derrotado em nenhum deles – venceu Palmeiras e Santos e empatou com Internacional, Cruzeiro, Flamengo e Fluminense.

“Fomos muito felizes aqui na Arena. Mesmo naqueles jogos em que não ganhamos, fomos muito competitivos. Contra o Fluminense foi uma grande atuação e vejo até com uma certa supremacia do Sport. É muito positivo jogarmos aqui, é um estádio moderno e que acomoda nossos torcedores. Conseguimos jogar muito bem aqui”, disse o técnico rubro-negro, Eduardo Baptista.

Além disso, apesar da Arena Pernambuco ser a casa do Náutico, é da torcida do Leão o recorde de público entre clubes no estádio. No último dia 9, 37.615 pessoas presenciaram o empate entre Sport e Flamengo.

Ingressos

Até agora, os dirigentes rubro-negros decidiram que os sócios do clube vão pagar R$ 20 pelo ingresso, mesmo valor pago nos jogos da Ilha do Retiro.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014


Histórico pode não ganhar jogo, mas quando o Palmeiras entrar em campo no domingo contra o São Paulo, às 19h30, terá contra si um retrospecto muito desfavorável. O time alviverde não ganha do rival no Morumbi desde 2002. De lá para cá foram 20 jogos, com 12 vitórias do São Paulo e oito empates.

A última vez que o Palmeiras venceu o clássico na casa tricolor foi em março do 2002, naquele jogo em que o meio-campista Alex (hoje no Coritiba) fez o famoso gol encobrindo Rogério Ceni. Kaká também deixou o seu, mas os visitantes acabariam vencendo por 4 a 2 a partida válida pela primeira fase do extinto torneio Rio-São Paulo.

A freguesia palmeirense é a maior entre os rivais paulistas. Corinthians e Santos têm historicamente desempenho melhor contra o São Paulo no Morumbi do que o Palmeiras.

O clássico do domingo, válido pela 34ª rodada do Brasileiro, será o primeiro e único de 2014 realizado no estádio tricolor.

As duas equipes já se enfrentaram duas vezes neste ano, sempre no Pacaembu. O time de Muricy Ramalho venceu o último confronto, no primeiro turno do Nacional (2 a 1), com gol no final de Alan Kardec. Ele havia acabado de mudar de um rival para outro.

Já o Palmeiras, na época treinado por Gilson Kleina, venceu o clássico do Campeonato Paulista em fevereiro. Valdivia, que não jogará no domingo por estar com a seleção chilena, foi o nome daquela partida. Alan Kardec, ainda no Palmeiras, fez o segundo da vitória por 2 a 0.

E se o retrospecto do Palmeiras no Morumbi é ruim, a situação não melhora muito em outros estádios. Dos últimos 26 clássicos, sem levar em conta o local da partida, o Palmeiras conseguiu vencer apenas seis, dois no Pacaembu, dois no Palestra Itália e dois no interior de São Paulo.

Veja o histórico do São Paulo no Morumbi contra seus principais rivais:

São Paulo x Corinthians

32 vitórias do Corinthians
26 vitórias do São Paulo
49 empates

São Paulo x Santos

47 vitórias do São Paulo
22 vitórias do Santos
23 empates

São Paulo x Palmeiras

46 vitórias do São Paulo
19 vitórias do Palmeiras
39 empates

A vítima preferida de Rogério Ceni

O Palmeiras também é, ao lado do Cruzeiro, o time que mais sofreu gols do goleiro e capitão tricolor. Em toda a carreira, Rogério já marcou sete gols no rival alviverde. E sempre que ele faz gol contra o Palmeiras, o São Paulo sai de campo pelo menos com um empate.

Times que mais sofreram gols de Rogério:

Palmeiras e Cruzeiro: 7
Vasco, Grêmio e Figueirense: 5

Palmeiras leva vantagem no Campeonato Brasileiro

Se forem levados em conta apenas os jogos entre os dois times no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras tem números históricos melhores.

Palmeiras x São Paulo em Brasileiros

18 vitórias do Palmeiras
12 vitórias do São Paulo
27 empates


Fonte: Uol Esporte

quarta-feira, 12 de novembro de 2014



Rogério, que já teve marcas reconhecidas pelo Guinness, detém importantes feitos no clube.


Com recordes reconhecidos até pelo Guinness World Records - Officially Amazing, o goleiro Rogério Ceni também detém marcas impressionantes pelo São Paulo. As conquistas e glórias do M1TO só foram possíveis graças ao seu empenho. O capitão nunca mediu esforços para fortalecer a equipe são-paulina e garantir a festa dos torcedores. Assim, sempre dedicado e presente, o arqueiro foi acumulando feitos no clube.

Até aqui, Rogério detém o maior número de jogos no Morumbi, com 568, sendo dois pela Seleção Brasileira, maior número de vitórias no Morumbi, 357, sendo uma pela Seleção, maior artilheiro do Tricolor na Copa Libertadores da América, com 14 gols, atleta que mais vezes disputou jogos internacionais pelo São Paulo, com 146 partidas, sendo também o detentor do maior número de jogos de competições internacionais: 176 (alguns contra clubes brasileiros).

A extensa lista de marcas do capitão pelo time ainda conta com: jogador mais vezes campeão de competições oficiais (17), atleta com mais minutos consecutivos jogando pelo clube - 8786 (23/01/2010 a 22/05/2011, 97 jogos + 45 minutos do primeiro tempo e 11 minutos do segundo) -, mais jogos consecutivos pelo clube - 132 (23/01/2010 a 26/10/2011) - e jogador com maior tempo de permanência no clube: 24 anos (desde 07/09/1990).

E como se não bastassem tantos títulos, feitos e histórias, Rogério ainda deixará um enorme legado no Tricolor. Certamente entre os maiores e importantes nomes do São Paulo, o M1TO também mostrou o seu valor embaixo das traves.

Até aqui, é o goleiro que mais venceu disputas de pênalti pós-jogo (12), mais vezes defendeu pênaltis (48) e goleiro com a maior série sem sofrer gols do clube no Campeonato Brasileiro: 988 minutos. Isso, claro, além das incontáveis e memoráveis intervenções nas partidas!

Por fim, seu 'diferencial' - marcar gols -, também merece destaque. Artilheiro do São Paulo nas temporadas 2005 e 2006, com 21 e 16 gols, respectivamente, Rogério foi o goleador do Tricolor nos Campeonatos Brasileiros de 2006 (8 gols) e 2007 (7 gols).

O atleta são-paulino que mais vezes defendeu o clube em competições internacionais oficiais (30, além de 41 inscrições), também pode se encher de orgulho como o arqueiro com maior número de assistências para gol: 7. Somente um M1TO, como o Rogério, seria capaz de registrar tantos recordes!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ganso, Kaká e Alan Kardec despertam no final do primeiro tempo e ajudam o São Paulo na derrota por 3 a 2. Time está na semi da Copa Sul-Americana.

(Foto: AFP)

Competência e sorte costumam andar lado a lado. E quando uma falta, a outra precisa aparecer. Foi assim com o São Paulo nesta quarta-feira. O Tricolor teve qualidade para superar tropeço no primeiro tempo. E sorte para compensar a apatia (provocada pelo cansaço) na etapa final. Mesmo com a derrota por 3 a 2 para o Emelec, em Guayaquil, a equipe do Morumbi está nas semifinais da Copa Sul-Americana.

Não faltou emoção para brasileiros e equatorianos. Depois de perder na capital paulista por 4 a 2, o Emelec precisava de triunfo por 2 a 0. Fez, então, um gol relâmpago, aos 20 segundos. Mas não segurou a competência de Alan Kardec e Ganso. Mais tarde, dois gols de pênalti em oito minutos. E muita pressão. O são-paulino tem de agradecer a Rogério Ceni e à trave por não ter sido eliminado.
O adversário do Tricolor na semifinal da Copa Sul-Americana será o Nacional de Medellín, da Colômbia, que repetiu fora de casa o placar do jogo de ida e bateu novamente o Universidad César Vallejo-PER por 1 a 0. Pelo Brasileirão, o São Paulo (segundo colocado, com cinco pontos a menos do que o líder Cruzeiro) volta a campo no domingo, às 17h, contra o Vitória, no Barradão.

Susto relâmpago e virada

Gol do Emelec! Com apenas 20 segundos de jogo, o time equatoriano colocou uma pressão enorme sobre o São Paulo. O gol marcado por Bolaños, após falha de Alvaro Pereira no meio de campo, deixou os donos da casa a um gol da classificação para a semifinal. E até os 28 minutos só deu Emelec. O volume foi grande, mas a efetividade nem tanto. Depois de se mostrar perdido em campo, o Tricolor virou o jogo ainda no primeiro tempo.
E em grande estilo. Primeiro com Alan Kardec, que deixou sua marca nos quatro últimos jogos do São Paulo. E depois com Ganso, em jogada genial do ataque são-paulino. A bola que sobrou para atacante empatar aos 28 minutos veio de desvio de cabeça de Paulo Miranda após falta cobrada por Michel Bastos. E o gol de maestro, aos 39, foi fruto de um contra-ataque mortal. Michel avançou, tocou para Souza, que rolou para Kaká, que deu lindo drible e serviu o camisa 10. Um golaço!

Que sufoco!

Oito minutos. Dois pênaltis. Dois gols. Tudo isso para o... Emelec. O São Paulo que terminou o primeiro tempo em alta não foi o mesmo no começo da etapa final. Paulo Miranda fez falta em Mondain na grande área. Bolaños converteu a penalidade aos três – Rogério Ceni chegou a encostar na bola. Pouco depois, após cruzamento de Bolaños, Alvaro Pereira cortou com a mão. Em mais uma cobrança, Bolanõs fez o seu terceiro gol na partida. A pressão do time equatoriano aumentou. E a trave salvou o Tricolor.
Assim como antes, o time de Muricy Ramalho não conseguia se encontrar. Sem levar perigo à defesa da equipe equatoriana, o Tricolor dava espaços para o Emelec ameaçar em busca do quarto gol, que levaria a decisão para os pênaltis. Não fosse Rogério Ceni, a trave e um pouco de sorte... Cansado e sem força para ir ao ataque, o São Paulo esperou o tempo passar, tentou esfriar o jogo, correu riscos, mas terminou a partida com a derrota que podia. O Tricolor está na semifinal.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012


Tigre tenta estragar, mas torcida faz a festa no Morumbi lotado nesta quarta-feira.

Nem mesmo a atitude vexatória do Tigre de não voltar para o segundo tempo amenizou o título tricolor. A festa estava armada. Mais de 67 mil apaixonados foram ao Morumbi. A angústia de alguns conflitava com o otimismo das arquibancadas. Afinal, eram quatro anos sem gritar "É campeão". Mas essa espera acabou. Foi uma linda festa, digna do tamanho e da história do São Paulo Futebol Clube.

Uma noite histórica. Nesta quarta-feira, o Tricolor venceu o Tigre-ARG por 2 a 0 e ficou com o inédito título da Copa Sul-Americana. Uma conquista para coroar uma geração talentosa comandada por Lucas, Denilson, Wellington, todos revelados nas categorias de base do clube.

Meninos que foram cuidadosamente apadrinhados pelo ídolo maior Rogério Ceni, o M1TO, o espelho e o multicampeão, que não vê limites com a camisa do São Paulo. Não bastassem todos esses ingredientes, a torcida tricolor viu a consolidação de um ídolo. Isso com apenas 20 anos.

Lucas é Lucas. Não tem como compará-lo. Não há mais palavra para elogiá-lo. De humilde a craque. Defina você. O camisa 7 fez uma despedida de gala do clube. Marcou um gol e deu o passe para Osvaldo fazer o outro, ainda no primeiro tempo. Se era esse o seu sonho, nós que vivemos a realidade de contar com você todos este ano, Lucas!

Como não citar também Paulo Miranda, Rafael, Toloi, Rhodolfo, Cortez, Toloi, Jadson, Osvaldo, Luis Fabiano... todos que fizeram parte desta campanha invicta do São Paulo. Numa noite inesquecível, a torcida são-paulina certamente gostaria que ela não tivesse fim. E certamente não terá.

CAMPEÃO LEGÍTIMO!

O São Paulo começou o jogo empurrado pela sua torcida, que lotou o Morumbi. No entanto, nos primeiros minutos, foi difícil furar o bloqueio argentino. Foi então que Lucas entrou em ação. Aos 23 minutos, Jadson lançou Willian José, que deu belo drible no zagueiro e tocou de volta para o camisa 10.

Nestas coisas reservadas pelo destino, a bola sobrou para Lucas, que ainda tirou um rival da jogada e tocou de esquerda para abrir o placar. Festa do garoto, que caminhava a passos largos para se tornar ídolo. Explosão nas arquibancadas, que nesta altura já olhava o título cada vez mais próximo.

Se o cenário estava perfeito, ficou ainda melhor aos 27. Lucas deu ótimo passe para Osvaldo, que mostrou toda calma do mundo para dar um toque por cobertura na saída do goleiro. 2 a 0 para o Tricolor. Enquanto isso, o Tigre desistiu de jogar bola e resolveu bater. E como bateu. O árbitro distribuiu cartões amarelos.

CONFUSÃO

No intervalo, os argentinos quiseram briga. Foram para cima dos são-paulinos. E não quiseram voltar para campo. O trio de arbitragem esperou o quanto pode. Mas o Tigre não voltou para o gramado. Sendo assim, o São Paulo foi decretado o campeão da Sul-Americana de 2012.

Fonte: Site do São Paulo FC.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O volante Fabrício foi contratado para ser um dos líderes do São Paulo. Mesmo sem ter estreado, o ex-corintiano já tentou ser útil à diretoria. Aconselhou o meia argentino Montillo, seu colega no Cruzeiro, a se transferir para o Tricolor e não para o Corinthians.

"É difícil as pessoas se abrirem. Conversamos. O Montillo sabe que, se dependesse de mim, viria para cá. Conheço o Corinthians e também lhe dei as referências", comentou Fabrício, neste sábado.

O jogador garantiu que falou a Montillo com conhecimento de causa. Afinal, disputou 227 partidas pelo Corinthians entre 2001 e 2005, com 20 gols marcados. "Conheço o outro lado. Aqui é bem melhor. Não peguei a era Sanchez, então fica difícil falar e comparar. Estou comparando com a era Dualib, e o que vejo aqui é tranquilidade, academia, campo, hotel. São várias coisas que colocamos na balança", disse.

Antes mesmo de chegar ao São Paulo, Fabrício já havia se indisposto com o Corinthians. Disputando o título do Campeonato Brasileiro de 2010 pelo Cruzeiro, ele se sentiu injustiçado com um pênalti assinalado (e convertido) em Ronaldo no final do jogo e abandonou o gramado do Pacaembu.

"Não fiz aquilo porque era o Corinthians. Muitas coisas aconteceram e achei melhor sair. Foi um momento de revolta, explosivo. Houve até amigo meu que disse ter me encontrado caminhando na Marginal Tietê", contou o são-paulino Fabrício, aos risos. 

Fonte: SPFC News

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


Lista divulgada pela IFFHS, tem o multicampeão Barcelona na liderança.

O São Paulo foi eleito pela IFFHS (Federação de História e Estatística do Futebol) o melhor time brasileiro do Século 21, neste desfecho da primeira década. O Barcelona (com 2459 pontos), considerado melhor time do mundo na atualidade, encabeçou a lista divulgada pela entidade.

Com 1909, o Tricolor ocupou a 12ª colocação mundial. Entre as equipes brasileiras, o Cruzeiro é o mais próximo com 1592, no 23º lugar. Nos últimos anos, o São Paulo conquistou diversos títulos importantes, tanto no âmbito nacional quanto no mundial.

Em 2005, a equipe são-paulina conquistou o Campeonato Paulista, Copa Libertadores e Mundial de Clubes. Já no Campeonato Brasileiro, o Tricolor fez história ao se tornar o primeiro clube três vezes campeão seguido do Nacional - 2006, 2007 e 2008.

Fonte: São Paulo FC

sábado, 17 de setembro de 2011


Depois de ver o rival ser melhor no primeiro tempo, Tricolor acorda, marca dois gols na sequência, passeia na etapa complementar e faz 4 a 0.

Sem Dagoberto, artilheiro e principal assistente do São Paulo na temporada 2011, coube a um jogador de 19 anos dar a inspiração necessária para o time resgatar a confiança do seu torcedor com uma atuação dentro do Morumbi, que vinha sendo o grande problema da equipe na competição. Até os 40 minutos do primeiro tempo, o Tricolor via o Ceará melhor em campo e já começava a ser questionado pelo seu torcedor. Foi quando Casemiro resolveu acordar. Com uma assistência primorosa para o gol de Piris e um golaço de fora da área, o camisa 8 foi o nome da goleada por 4 a 0 sobre o Vozão que, quando foi melhor, não soube transformar sua superioridade em vantagem no marcador.

Esta é a segunda vez no Brasileirão que o São Paulo comemora duas vitórias seguidas de casa. Além disso, foi o triunfo mais dilatado da equipe na competição. O time foi a 44 pontos, um a menos que o líder Vasco, que derrotou o Grêmio pelo mesmo placar, e, de quebra, ganhou moral para o clássico da próxima quarta-feira, contra o Corinthians, também no Cícero Pompeu de Toledo. Já o Ceará, que teve a estreia do técnico Estevam Soares, segue sua sina de não vencer no segundo turno. Esta é a quinta partida seguida na competição, que se aproxima cada vez mais da zona de rebaixamento. Com 27 pontos e ocupando a 15ª posição, o time buscará a reabilitação na quinta, contra o Palmeiras, no Canindé.

São Paulo acorda e marca no fim do primeiro tempo

Um Ceará melhor organizado em campo, que teve claras chances para abrir o marcador, não o fez e viu o São Paulo matar o jogo em apenas dois minutos. É assim que pode ser analisado o primeiro tempo da partida disputada no estádio do Morumbi. O Tricolor sentia a falta de Dagoberto, enquanto o Vozão apostava todas as suas fichas no baixinho Osvaldo e no rodado Washington, que levou o torcedor são-paulino ao desespero dentro da área.

Jogando em casa e apoiado pelo bom público presente (22.581 pagantes), o time de Adilson Batista só não abriu o marcador porque Fernando Henrique fez grande defesa em cabeçada de Cícero. A bola bateu na trave e, na volta, Michel salvou gol certo de Wellington. Lance que deu a falsa impressão de que seria um passeio no Morumbi.

O Ceará, aos poucos, foi se organizando em campo. Estevam Soares optou pela marcação individual em cima das principais peças do Tricolor. Heleno grudava em Lucas, Michel acompanhava Cícero e o volante João Marcos, improvisado na lateral, vigiava Juan. Com isso, a armação cabia a Wellington e Carlinhos Paraíba, deficientes no passe.


Sem inspiração, o São Paulo passou a ser vítima dos contra-ataques do Ceará, sempre puxados pelo baixinho Osvaldo. Quando Adilson destacou Piris para ser o marcador pessoal do camisa 11 do Vozão, a lateral-direita tricolor passou a ser uma avenida para os avanços de Vicente. Em três lances, a bola foi cruzada com perigo na área e os zagueiros são-paulinos evitaram a conclusão de Washington. Quando ele conseguiu cabecear, Rogério Ceni fez grande defesa.

Vendo o time mal em campo, a impaciência começou a tomar conta da torcida tricolor, que ainda no primeiro tempo, pediu a entrada de Rivaldo. O Tricolor só foi levar perigo novamente aos 37, em chute de Lucas, que obrigou Fernando Henrique a fazer grande defesa. No lance seguinte, Rogério trabalhou em chute cruzado de Vicente e Wellington e, na sequência, Rhodolfo salvaram gol certo de Washington.

O jogo já se encaminhava para o final quando o São Paulo achou um gol com Juan, aproveitando, de cabeça, cruzamento de Carlinhos Paraíba. O Ceará ainda assimilava o primeiro golpe quando levou o segundo. Casemiro, em seu primeiro lance de inspiração na partida, fez assistência primorosa para Piris, que tocou no canto direito de Fernando Henrique e marcou o seu primeiro gol pelo Tricolor.

Casemiro faz golaço, Rivaldo tranquiliza e São Paulo passeia

Com a vantagem no marcador, o jogo ficou da maneira que o São Paulo gosta ou seja, sem a obrigação de ter que tomar a iniciativa e com o contra-ataque à disposição. O jogo ficou aberto, já que o Ceará avançou seu meio-campo e também continuou levando perigo. Aos 12, Estevam Soares mexeu no Vozão, sacando o amarelado Heleno e colocando o lateral Boiadeiro. Com isso, João Marcos saiu da ala e foi para o meio-campo. Adilson respondeu chamando Rivaldo para entrar em campo, na vaga do discreto Henrique.

Com a entrada do camisa 10, o time passou a ter o que faltava até então em campo: alguém que segurasse a bola e distribuísse o jogo. Aos 21, após boa troca de passes da esquerda para a direita, Casemiro arriscou de fora da área e marcou um golaço: 3 a 0. Daí para a frente, foi um passeio. Cinco minutos mais tarde, após cruzamento de Juan, Rivaldo bateu de primeira e completou a festa no Morumbi: 4 a 0. Com a fatura definida, Adilson aproveitou para dar descanso a Lucas e Casemiro, colocando Marlos e Rodrigo Caio em campo. Antes do apito final de Pablo Alves, Cícero, após toque de letra de Rivaldo, quase marcou o quinto. Depois, foi só comemorar.

domingo, 4 de setembro de 2011


Partida contra o Atlético-MG, pela terceira rodada do segundo turno, será realizada no estádio do Morumbi, na próxima quarta-feira, a partir das 16 horas.

Quarta-feira, feriado do dia da Independência, 16 horas. Dia e horário perfeitos para assistir a um jogo de futebol. Ainda mais para o torcedor do São Paulo, que poderá acompanhar de perto mais um feito da carreira do goleiro e capitão Rogério Ceni que, diante do Atlético-MG, completará o seu milésimo jogo pelo time do Morumbi. Com a expectativa de grande público, a diretoria pediu a antecipação do jogo (o duelo estava marcado para quinta-feira) e já colocou os ingressos à venda. No total, 60.039 bilhetes estão à disposição dos torcedores pela internet e em alguns postos de venda espalhados pela cidade.

Confira o preço dos ingressos para sócios-torcedores

- Arquibancada azul: R$ 15
- Arquibancada laranja: R$ 10
- Setor VIP Premium: R$ 64
- Arquibancada amarela: R$ 10
- Cadeira Superior: R$ 20

Confira os preços dos ingressos para torcedores comuns

- Setor Térreo Visa (vendas somente pela internet): R$ 50 (R$ 25 meia entrada)
- Cadeiras amarelas: R$ 40 (R$ 20 meia entrada)
- Morumbi Premium Clube: R$ 100 (R$ 50 meia)
- Cadeiras cativas azuis e vermelhas (vendas somente no estádio): R$ 30
- Arquibancadas azuis e vermelhas: R$ 30 (R$ 15 meia)
- Setor laranja Premium: R$ 60 (R$ 30 meia)
- Visa infinite: R$ 180 (R$ 90 meia)
- Arquibancada laranja: R$ 20 (R$ 10 meia)
- Arquibancada amarela (venda somente pela internet): R$ 20 (R$ 10 meia)
- Cadeira superior (vendas somente pela internet): R$ 20 (R$ 10 meia)
- Torcedores do Atlético-MG (entrada pelo portão 15): R$ 30 (R$ 10 meia)

Confira os pontos de venda
- Estádio do Morumbi
Praça Roberto Gomes Pedrosa, sem número – Morumbi

- Bar Brahma
Av. São João, 677 - Mezzanino - Centro

- Central de Entretenimento Express
Rua: Américo Brasiliense, 1827 - Sala 3 – Santo Amaro

- Super Shopping Osasco
Av. dos Autonomistas, 1828 - 2º Piso - Vila Yara - Osasco

- Posto Ipiranga Central Park
Rua Jurubatuba, 1500 - São Bernardo do Campo

- Quinta das Palmeiras
José Antonio de Almeida Amazonas, 370 - Vila Guimoar - Santo André

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Casa do São Paulo, Morumbi o palco do jogo contra o Fluminense.

Quando entrar em campo nesta quarta-feira, contra o Fluminense, o São Paulo pode atingir mais uma marca de destaque no Morumbi. Se vencer os cariocas, em 516 partidas pelo Brasileiro, será o triunfo de número 300 em seus domínios.

Com transmissão em tempo real pelo LANCENET!, às 21h50, o Tricolor segue em busca de assumir a liderança. A dois pontos do Corinthians, que entra em campo às 18h, o Sampa já vai para o confronto sabendo se pode ou não ultrapassar o rival na tabela logo no primeiro jogo do segundo turno. O Flamengo em segundo e com um ponto a mais, vai atuar às 21h45.

A marca de 300 vitórias pode vir duas partidas antes de Rogério Ceni completar seu milésimo duelo pelo São Paulo. No próximo dia 7, também no Morumbi, o goleiro-artilheiro vai atingir esta marca pelo clube. Mas antes, quer fazer o Sampa voltar a vencer dentro de casa. Tudo isso para empolgar ainda mais a torcida para o dia histórico.

Desde o triunfo contra o Bahia, no dia 4 de agosto, o Tricolor não se dá bem em seus domínios. De lá para cá, empates com Atlético-PR e Palmeiras. Sob o comando de Adilson Batista, o aproveitamento é de apenas 40%.

Apesar de buscar um novo recorde em sua história, o lado negativo se dá por conta das derrotas. Foram duas no primeiro turno. Os piores desempenhos nos pontos corridos foram em 2003, 2005 e ano passado, com cinco. Se for derrotado pelo Fluminense, ficará bem perto dessas marcas. Nos anos em que foi campeão, chegou a no máximo três tropeços.

Em busca da vitória 300 no Morumbi e de não perder mais em casa, o Sampa precisa da sua casa como maior aliada. Só assim vai deixar a festa preparada para Rogério Ceni e continuará na luta pelo hepta.

Em casa, Adilson só tem 40% de aproveitamento

Assim como o desempenho da equipe, o de Adilson Batista no Morumbi também não é bom neste Campeonato Brasileiro. Desde que o técnico assumiu, foram cinco partidas com apenas uma vitória, além de uma derrota e três empates dentro de casa. O resultado é um aproveitamento de só 40% dos pontos disputados.

Paulo César Carpegiani, por exemplo, venceu duas de três partidas realizadas na casa são-paulina e obteve 66% dos pontos. Interinamente no cargo, Milton Cruz
derrotou o Cruzeiro.

Adilson Batista leva vantagem em relação a seu antecessor no desempenho longe do Morumbi. São 66% de aproveitamento contra 60% de Carpegiani.

Além desses números, com Adilson, o Tricolor também disputou um jogo no Morumbi pela Sul-Americana e venceu (3 a 0 diante do Ceará).

Rogério Ceni, que já fez mais de cem gols, vai completar mil jogos

A diretoria de marketing do São Paulo tem tido diversas reuniões desde a semana passada para definir os preparativos para o evento dos mil jogos de Rogério Ceni com a camisa do clube. A programação e as atrações ainda são tratadas em sigilo, mas a promessa é de uma festa diferente da realizada em 29 de março deste ano para a apresentação de Luis Fabiano.

Isso porque o clube não quer desviar o foco da partida contra o Atlético-MG, que pode vir a ser decisiva para a disputa da liderança do Campeonato Brasileiro. O marketing espera anunciar a programação até segunda-feira. O sigilo é mantido porque algumas ações estão em fase de orçamento e o clube não quer anunciar algo, que ainda não esteja 100% garantido.

A antecipação da partida para o dia 7 foi pedida pelo clube, que espera um grande público no Morumbi, já que o jogo acontecerá às 16h e em um feriado (antes seria às 18h da quinta). Existe a possibilidade de uma promoção nos ingressos.

Ceni completa nesta quarta-feira, contra o Fluminense, seu 998º jogo e toda a expectativa é para o milésimo acontecer na próxima quarta.

Grandes feitos de Rogério Ceni foram longe do Morumbi:

Primeiro e centésimo gol
O primeiro gol de Ceni aconteceu em Araras e o centésimo na Arena Barueri.

Recorde de gols
Em 2006, quando Rogério Ceni superou Chilavert e se tornou o maior goleiro-
artilheiro da história do futebol mundial, o feito foi realizado no Mineirão, diante do Cruzeiro.

Recorde de jogos
Em duelo realizado com o Atlético-MG, no Mineirão, em julho de 2005, Ceni superou o recorde de 617 jogos de Valdir Peres  com a camisa do São Paulo.

Fonte: SPFCNews

sexta-feira, 26 de agosto de 2011



Dagoberto é o artilheiro do São Paulo na temporada com 19 gols (Foto: Tom Dib)
Marcos Malaquias, empresário de Dagoberto, saiu satisfeito de uma reunião com Adalberto Baptista, diretor de futebol do São Paulo, na qual foi discutida a renovação de contrato do atacante. Isso porque o Tricolor melhorou a proposta e propôs um vínculo de três anos.
Na conversa anterior, o clube havia oferecido um contrato de dois anos e um valor menor nas luvas (dinheiro pago no momento da assinatura do acordo). O atual contrato é válido até abril da próxima temporada. A partir de outubro deste ano, Dagoberto já pode assinar um pré-contrato com qualquer outro clube e sair do Tricolor sem custo algum ao término do vínculo, como Miranda fez.
As duas partes dizem não ter pressa para finalizar a negociação já que ainda há um prazo considerado longo até o acordo expirar. Como Marcos Malaquias está de férias, as conversas darão uma pausa e devem voltar a acontecer a partir da metade do mês setembro.
Dagoberto vive sua melhor fase desde que chegou ao clube, em 2007. Ele é o artilheiro do time na temporada com 19 gols e conta com o apoio de Luis Fabiano para passar dos 30 gols neste ano.

Fonte: SPFCNews

quinta-feira, 25 de agosto de 2011


Com bom futebol, São Paulo venceu o Ceará por 3 a 0, pela Sul-Americana.

Foi uma vitória para encantar a torcida. Com um bom futebol, principalmente no segundo tempo, o São Paulo bateu o Ceará por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, no Morumbi. Cícero, Lucas e Dagoberto marcaram os gols são-paulinos na partida.

O meia Rivaldo, que entrou na etapa final, agradeceu o apoio da torcida. Diante da equipe cearense, 23.700 torcedores estiveram no Morumbi.

"Estava precisando de uma vitória. Sempre é bom jogar no nosso campo, ao lado da torcida. Estávamos afastando o torcedor do campo. Então é bom conseguirmos as vitórias para que a torcida possa vir nas próximas partidas", ressaltou o camisa 10.

Mesmo na reserva, Rivaldo foi importante para o São Paulo. Quando entrou no segundo tempo, o experiente jogador deu mais posse de bola para a equipe.

"Entrei no momento certo, só para tranquilizar. Sabíamos que se levássemos um gol, o jogo ficaria perigoso. Ele me pediu para segurar a bola e deu para administrar bem o jogo", completou Rivaldo.

Fonte: São Paulo FC


O São Paulo pediu e a torcida atendeu. Para quem esteve no Morumbi na noite desta quarta-feira, a sensação foi de voltar à Libertadores. Foi este o espírito demonstrado na partida contra o Ceará, pela Copa Sul-Americana.

Com grande apoio dos torcedores, além de um belo futebol no segundo tempo, o Tricolor superou o time cearense por 3 a 0, com gols de Cícero, Lucas e Dagoberto, e se classificou para as oitavas de final da competição continental.

De fato lembrou a Libertadores. Um sentimento que o torcedor são-paulino adora. Em campo, após um primeiro tempo abaixo do esperado, o time deu à torcida o que ele mais gosta: gols e uma boa atuação. E o Tricolor segue firme no "projeto América".

NADA DE GOL

Precisando da vitória, o técnico Adilson Batista armou uma equipe ofensiva para encarar o Ceará. Lucas, Fernandinho e Dagoberto formaram o trio de ataque. Logo aos cinco minutos de jogo, o lateral-esquerdo Juan chutou forte de fora da área e assustou o time cearense.

Apesar disso, o São Paulo errou muitos passes ao longo da primeira etapa e não conseguiu acertar um ataque de perigo. Só aos 23 minutos, quando Fernandinho, em sua jogada habitual, chutou e a bola bateu na rede pelo lado de fora.

A participação do camisa 12 acabou por aí. Aos 29, depois de levar uma pancada na perna direita, Fernandinho deixou o jogo para a entrada do meia Cícero. Com isso, Lucas atuou ao lado de Dagoberto, que buscou bastante o jogo durante o primeiro tempo.

GOLS E BOM FUTEBOL

A torcida, sabendo da importância da partida, voltou empolgada para o segundo tempo e apoiando bastante o time. Aos dois minutos, Cícero, após jogada ensaiada, soltou a bomba de fora da área e quase marcou. Lance que empolgou ainda mais os torcedores.

E a noite estava reservada para Cícero. Ele saiu do banco de reservas para marcar um golaço no Morumbi. Aos dez minutos, o camisa 16, no melhor estilo centroavante, dominou de peito dentro da área e tocou na saída do goleiro Diego.

Foi só o começo. Pois aos 16 minutos da etapa final, o meia Lucas mostrou que é o mesmo de outrora e marcou um belo gol de fora da área para alegria das arquibancadas. Minutos depois, Lucas deu passe milimétrico para Dagoberto marcar o 19° gol na temporada.

Aos 24 minutos, muito ovacionado, Lucas deixou o jogo para a entrada de Rivaldo, que também é muito querido pelos torcedores. Com o placar garantido, o Tricolor tocou a bola ao som de "Olé, olé, olé" da torcida. Uma vitória que empolga o time na Sul-Americana e para o clássico de domingo contra o Santos.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino se reapresentará na tarde desta quinta-feira, no CT da Barra Funda. A equipe voltará as atenções para o Campeonato Brasileiro. No próximo domingo, o Tricolor vai à Vila Belmiro enfrentar o Santos, pela última rodada do primeiro turno.

Assista o vídeo dos gols do São Paulo FC:


Fonte:  São Paulo FC

terça-feira, 23 de agosto de 2011



Por autoestima da torcida, SPFC quer cobrir Morumbi antes de Itaquerão ficar pronto.

A diretoria do São Paulo espera cobrir o Morumbi antes do início da Copa das Confederações, em 2013. Os cartolas não têm esperança de incluir o estádio na competição, mas acreditam ser importante para a torcida ver o Cícero Pompeu de Toledo coberto antes de o Itaquerão ficar pronto.

Para a cúpula tricolor, a torcida sofreu com a exclusão do Morumbi do Mundial. O troco seria deixar o estádio reformado apto para a Copa das Confederações, enquanto a arena corintiana ainda estaria sendo construída. A previsão da Odebrecht é de que o novo estádio fique pronto só em fevereiro de 2014.

Se conseguir deixar o Morumbi coberto para a Copa das Confederações, a direção são-paulina acredita que irá melhorar a autoestima de sua torcida. E constranger o COL (Comitê Organizador da Local) e a Fifa. As duas entidades teriam que explicar o fato de São Paulo não receber a competição tendo o Morumbi reformado à disposição.

A tarefa não é simples. O clube precisa vender o naming right da futura arena dentro do Morumbi para conseguir os R$ 100 milhões previstos para a cobertura. A previsão de duração da obra é de 18 meses.

Fonte: SPFC News

domingo, 14 de agosto de 2011

Filhas do capitão tricolor, que jogou neste sábado contra o Atlético-PR, estão com sete anos.

O goleiro e capitão do São Paulo, Rogério Ceni, viverá um Dia dos Pais diferente neste domingo. Como o time enfrentou o Atlético-PR na noite do último sábado, no Morumbi, o camisa 1 passará a data especial em casa com as filhas, Clara e Beatriz, ambas com sete anos

- Rapaz, é uma coisa diferente na carreira de um jogador de futebol. Nem me lembro se isso já havia acontecido antes. Será bacana poder curtir o dia junto com as meninas em casa. Em família, tudo fica melhor – disse Ceni.
O camisa 1 também aproveitará a data para ligar para o seu pai, Eurydes, que mora na fazenda da família em Sinop (MT).

- Tudo que conquistei na carreira foi devido ao meu pai. Perdi minha mãe cedo e ele sempre me incentivou para ser jogador de futebol. Ele vê todos os jogos e sempre conversamos bastante - disse Ceni.
- Meu pai é fantástico, fora de série, um exemplo de homem e de caráter acima de tudo. Uma pessoa fenomenal – ressaltou o goleiro, que só vê o pai uma vez por ano. Sempre que a temporada acaba em dezembro, ele pega um dos seus carros e vai com a família toda para Mato Grosso.

Fonte: Globo Esporte

sábado, 13 de agosto de 2011

Adílson Batista vai desempenhar neste sábado, às 18h30, no Morumbi, o papel de filho ingrato. Com uma relação íntima com o Atlético Paranaense, o técnico, que há 49 dias estava do outro lado, precisa da vitória para colocar o São Paulo na liderança do Campeonato Brasileiro. A relação com o rival vai muito além da passagem recente (e curta) pelo clube. Natural de Adrianópolis, que fica a 130km de Curitiba, Adílson foi revelado nas categorias de base do Atlético, tornando-se jogador profissional em 1986.

O objetivo são-paulino é voltar à liderança. A última vez que o São Paulo ocupou o lugar mais alto da tabela foi na sexta rodada, perdendo o posto depois da derrota para o Botafogo por 2 a 0 em pleno Morumbi. 'É uma nova oportunidade. Vamos procurar fazer um bom jogo para ir atrás dessa liderança, que será muito importante', afirmou Adílson.

O São Paulo, que está em terceiro lugar, dois pontos atrás de Corinthians e Flamengo, precisa vencer o Atlético e ainda secar os dois principais concorrentes, que no domingo enfrentam Ceará e Figueirense, respectivamente, no Pacaembu e no estádio Orlando Scarpelli.

Adílson vai levar uma dúvida até momentos antes da partida. O zagueiro Rhodolfo passou por um exame de ressonância magnética na coxa esquerda nesta sexta-feira e não foi constatada nenhuma lesão - apenas um edema. Assim, ele fica em tratamento e será reavaliado novamente neste sábado para saber se terá condições de entrar em campo.

A presença do titular Rhodolfo é considerada fundamental, já que o São Paulo está com muitos problemas na defesa. Xandão e Luiz Eduardo estão lesionados, enquanto Bruno Uvini está na seleção brasileira sub-20. Com isso, o único zagueiro disponível no elenco é o recém-contratado João Filipe. Por precaução, Adílson preparou o volante Zé Vitor para atuar na função, descartando improvisar outra vez o lateral-direito paraguaio Iván Piris.

A boa notícia para Adílson veio no final da tarde desta sexta-feira. O São Paulo conseguiu efeito suspensivo no Superior Tribunal de Justiça Desportiva para o volante Denilson, que havia sido punido com dois jogos de suspensão pela expulsão contra o Coritiba. Assim, ele está liberado para jogar neste sábado.

Com isso, o técnico minimiza os desfalques no meio de campo, já que Carlinhos Paraíba, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, não joga. Além de Denilson, o setor terá Wellington, Cícero, Rivaldo e Lucas, que será o responsável por atuar um pouco mais adiantado, ao lado do atacante Dagoberto.

Fonte: MSN

terça-feira, 9 de agosto de 2011


Goleiro é o recordista no clube e pede inteligência para que o time possa rapidamente assimilar o regulamento da competição, que começa quarta.

Torneios sul-americanos e o goleiro Rogério Ceni têm tudo a ver. Com dois títulos da Taça Libertadores da América (1993 e 2005) e uma Copa Conmebol (1994), o camisa 1 do Morumbi é um dos mais animados com a disputa da Copa Sul-Americana, que para o Tricolor terá início nesta quarta-feira, com a partida contra o Ceará, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, a partir das 19h30m.

Na história do clube, ninguém disputou mais edições de torneios no continente que o camisa 1. A Sul-Americana de 2011 será a 23ª competição. Se forem levadas em consideração as competições em que ele foi inscrito e não jogou, o número sobe para 34. Na sequência, quem mais chega perto é o também goleiro Zetti, com 13 participações. Veja no quadro abaixo os maiores participantes de torneios da América do Sul na história do clube.

Participação de tricolores em torneios sul-americanos
JOGADOR COMPETIÇÕES DISPUTADAS
Rogério Ceni 23
Zetti 13
Palhinha e André Luiz 10
Muller e Junior 9

Ciente da dificuldade, o goleiro pede uma mudança de comportamento em relação ao que o time vem apresentando no Campeonato Brasileiro.
- Em torneios de pontos corridos, você perde uma partida aqui, outra na sequência, mas tem tempo para recuperar, já que o torneio é longo e permite tropeços. Na Sul-Americana, não é assim. Uma noite infeliz, uma chance de gol perdida, um gol tomado, tudo isso acaba com o sonho de uma classificação - disse Ceni.
- Por isso, desde o jogo contra o Ceará será preciso atuar com inteligência e buscar as classificações. Mais do que nunca, o time precisa jogar sério o tempo todo – emendou o goleiro.
Com 992 partidas disputadas na carreira, o capitão são-paulino se aproxima de mais uma marca incrível na sua carreira: a de mil jogos. Se tudo ocorrer como previsto, o feito será alcançado no dia 4 de setembro, contra o Figueirense, em Santa Catarina. O goleiro, no entanto, deixa a conquista de lado e prioriza novos títulos daqui até o fim do seu contrato, marcado para o dia 31 de dezembro do ano que vem.
- Quando você fala mil jogos, é uma coisa que impressiona, mas se você pensar, não é algo de outro mundo, afinal estou jogando futebol há 21 anos. Os 100 gols que fiz são muito mais expressivos, já que foi uma marca que lutei, treinei, batalhei para conquistar. A marca dos 1000 jogos vai chegar e acredito até que deve chegar no 1050, 1100. O que me importa daqui para frente não é o número de jogos que vou disputar, e sim o número de títulos que vou conquistar. Isso é o que ficará marcado – concluiu.

Fonte: Globo Esporte