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VALDEMIR CINTRA LEVA O PROJETO POESIA NAS ESCOLAS A SÃO BENTO DO UNA

O Projeto Poesia nas Escolas, terá sua edição, no Colégio de Referência José do Patrocínio Mota, na cidade de São Bento do Una, nesta sexta feira, dia 18 de maio... Mais informações »

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ESTUPRADOR DE BELO JARDIM É IDENTIFICADO E CONSIDERADO FORAGIDO PELA POLÍCIA

A Polícia Civil de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, divulgou a identidade do suspeito de estuprar duas jovens dentro do banheiro de um bar no município... Mais informações »

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EX-DIRETOR DE OBRAS ENVIA TEXTO CITANDO E COBRANDO RESPOSTAS DE HÉLIO DOS TERRENOS SOBRE AS OBRAS PARADAS EM BELO JARDIM

O ex-diretor de Obras da prefeitura de Belo Jardim, Ubirajara Carvalho (Bira), enviou para o blog, uma carta dirigida ao prefeito, Hélio dos Terrenos, onde cita... Mais informações »

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MUNICÍPIO DE BELO JARDIM PAGARÁ MULTA QUASE MILIONÁRIA EM RAZÃO DA INCOMPETÊNCIA DO PREFEITO HÉLIO DOS TERRENOS

Belo Jardim está desgovernado. A prefeitura de Belo Jardim deixará de investir até meio milhão de reais do dinheiro de nossos impostos, que seriam destinados...... Mais informações »

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JOÃO MENDONÇA FALA SOBRE O BOATO DE QUE ELE IRIA SE UNIR A HÉLIO DOS TERRENOS, LEIA

Diante dos últimos acontecimentos com o rompimento da aliança Cintra Galvão/Hélio dos Terrenos, e as demissões dos indicados pelo grupo Galvão... Mais informações »

Mostrando postagens com marcador Dilma Rousseff. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014


Técnicos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se manifestaram pela rejeição das contas de campanha da presidente Dilma Rousseff, do PT e do Comitê da sigla. O material será enviado ao ministro Gilmar Mendes, relator do processo de prestação de contas, que poderá acatar ou não a indicação.

De acordo com os técnicos, 13% das saídas de recursos e 5% das entradas foram irregulares. A íntegra do relatório será enviada a Mendes e também ao procurador-geral Eleitoral, Rodrigo Janot.

A partir dos dados dos técnicos, Mendes avaliará se os erros são de maior ou menor gravidade e redigirá um relatório e voto pela aprovação ou rejeição das contas. O material produzido pelo ministro será submetido ao plenário do TSE.

De acordo com advogados ouvidos pela Folha, uma eventual rejeição das contas não impede a diplomação da presidente Dilma Rousseff. Pode, no entanto, servir de base para a abertura de investigações.

Partidos e coligações, até 15 dias após a diplomação, podem enviar representações à Justiça Eleitoral. De acordo com a Lei das Eleições, se a partir da representação forem comprovadas a "captação ou gastos ilícitos de recursos, para fins eleitorais", há possibilidade de se negar o diploma ou de cassá-lo, caso o mesmo já houver sido expedido.

Serviços de informática

Funcionários do tribunal também suspeitam de irregularidades na contratação empresa UMTI, de Florianópolis, que recebeu R$ 874.332,25 da campanha petista. A empresa emitiu notas de R$ 41.268 a R$ 160.328 pela locação de computadores e impressoras e prestação de suporte técnico para o comitê de campanha presidencial.

O CNPJ da empresa está ativo desde 2003, mas ela só obteve autorização da Prefeitura de Florianópolis -um dos locais onde declara estar instalada- para emitir notas fiscais no início de setembro deste ano, já em plena campanha eleitoral. 

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 12 de novembro de 2014


Texto, que vai à sanção da presidente Dilma, prevê corte de 12% para 6% em alíquota de empregador.

A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira um projeto de lei para reduzir pela metade o INSS pago por empregados e empregadores domésticos. O texto prevê redução da alíquota recolhida pelo patrão, atualmente em 12%, para 6%. Para o empregado doméstico, que hoje recolhe de 8% a 11%, a alíquota seria fixada em 6%.

O projeto foi originalmente apresentado pela senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) em abril de 2009. Aprovado em 2010 no Senado, tramitava há quatro anos na Câmara dos Deputados. Após passar na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), segue para a presidente Dilma Rousseff, que pode sancionar ou vetar a lei.

A proposta é anterior à PEC das Domésticas, promulgada em abril de 2013 e apresentada em 2010.A justificativa para apresentação do texto é aumentar a formalização do emprego doméstico no país. O projeto foi apresentado após a coleta de 65 mil assinaturas da campanha “Legalize sua doméstica e pague menos INSS”, promovida por entidades como o Instituto Doméstica Legal.

A aprovação do projeto de lei ocorreu no mesmo dia em que a comissão mista do Congresso Nacional rejeitou todas as emendas apresentadas ao texto que regulamenta a emenda à Constituição que garante direitos iguais entre domésticos e demais trabalhadores. A regulamentação aprovada pelo Senado e em análise pela comissão mista também define regras para a contribuição para a Previdência, diferentes das previstas pelo projeto de lei de . Segundo o texto, a alíquota para empregadores seria reduzida de 12% para 8%. O projeto também fixa a contribuição de 11,2% para o FGTS, incluindo a multa nas demissões sem justa causa e de 0,8%, a alíquota referente acidente de trabalho.

Ainda não está claro se a presidente vai sancionar ou vetar a lei, já que o projeto de regulamentação da PEC — uma lei complementar — tem hierarquia superior ao aprovado nesta terça-feira.

OBJETIVO É INCENTIVAR FORMALIZAÇÃO

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Hoje, a Lei 11.324, de 2006, prevê que o empregador possa deduzir, na declaração do Imposto de Renda, a contribuição paga ao empregado doméstico. O autor do projeto aprovado na terça-feira, no entanto, defende que o incentivo beneficia apenas os contribuintes que usam o modelo completo de declaração. O corte na alíquota seria, portanto, uma forma de dar incentivos fiscais também para os que declaram pelo modelo simplificado.

“O movimento patrocinado pelas entidades organizadas das empregadas domésticas pretende, com este ajuste na contribuição social de empregado e empregador doméstico, formalizar a relação de emprego de aproximadamente 4,9 milhões de empregados domésticos ainda sem carteira assinada e sem acesso a proteção social de natureza previdenciária”, explica o senador, na justificativa da lei.


Segundo os dados mais recentes do IBGE, apenas 31,7% dos trabalhadores domésticos em todo o país. No Nordeste, o percentual chega a ser ainda menor, de 18,1%. A expectativa é que o menor custo trabalhista seja um incentivo para aumentar a formalização do emprego doméstico.


Fonte: O Globo

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Fotos: Reprodução da Internet
Depois de lançar nota chamando o pré-candidato Eduardo Campos (PSB) de “playboy mimado” e “tolo”, a equipe de redes sociais do PT plantou banners na página do partido e no perfil de Dilma Rousseff com a hashtag #vaitercopa. O gesto acabou repercutindo como uma provocação aos ativistas que protestam contra o Mundial de futebol nas redes sociais, usando a hashtag #nãovaitercopa. Essa última palavra deve marcar presença nas ruas já no próximo dia 25, data escolhida para a realização de uma primeira rodada de protestos.

Além do banner, o perfil da presidente, que é administrado pela equipe de redes sociais do PT, estampou a seguinte mensagem: “Líquido e certo. Uma boa semana para todos que torcem pelo Brasil”. Os banners provocaram irritação na internet. “Vai ter saúde e educação padrão Fifa também? Pode até ter copa, mas será com fortes emoções, dentro de campo e nas ruas!”, comentou um internauta.

Ao longo do dia de ontem, os perfis mudaram a toada, substituindo a #vaitercopa por outra de caráter mais neutro, chamando o evento de #CopaDasCopas. O vice-presidente do PT, Alberto Cantalice, responsável pelas redes sociais do partido, nega que se trate de uma provocação. “O que fizemos foi mais no sentido de uma tomada de posição”, comenta ele. “Temos pesquisas mostrando que 68% da população apoia a realização do evento. Estamos num país democrático. Cada um se manifesta como quiser”, disse ele.

Fonte: Diário de Pernambuco

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Na fala de encerramento em Cupira, a presidente Dilma cometeu um deslize irreparável. Chamou Cupira de Curupira. Mas a platéia cerca de três mil pessoas  estava tão animada e entusiasmada que nem notou.

terça-feira, 5 de julho de 2011


A presidente Dilma Rousseff usou a crise no Ministério dos Transportes para se livrar do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, e do presidente da Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. (Valec), José Francisco das Neves, além de outros dois servidores do gabinete do ministro Alfredo Nascimento. Na manhã de ontem, o Planalto emitiu nota em apoio ao titular da pasta, uma escolha da própria presidente, e disse que ele será responsável por conduzir as investigações.
Apesar do apoio, ainda que tímido ao ministro, também ontem a Controladoria-Geral da União (CGU) anunciou um pente-fino nos contratos e obras da pasta e de seus principais órgãos (leia texto abaixo).
O Estado apurou entre assessores do atual governo e do anterior, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), que Dilma manteve, mas nunca gostou de ter em seu governo Pagot e Neves, este conhecido pelo apelido de 'Juquinha'. Tolerou-os até agora porque ambos haviam sido nomeados por Lula, seu padrinho na eleição presidencial.
Ao ver a oportunidade de se livrar deles, não teve dúvidas: Dilma mandou afastá-los ainda no fim de semana, um termo mais suave do que demissão, mas com a mesma eficácia. Ontem, na reunião da bancada do PR, parlamentares diziam que Pagot e Neves pediram licença até as investigações serem concluídas.
Na sexta-feira à noite, ao tomar conhecimento do teor de reportagem da revista Veja que apontava irregularidades e superfaturamento nos órgãos dos Transportes, Dilma determinou a Nascimento que afastasse os dois e, por tabela, outros dois subalternos citados pela publicação - o chefe de gabinete Mauro Barbosa da Silva e o assessor especial Luís Tito Bonvini. Segundo a bancada do PR, ambos pediram demissão.
Três conversas. Ao contrário do que supunham integrantes do próprio governo, Dilma preferiu não só preservar Nascimento, mas torná-lo responsável pela condução das investigações nos Transportes. A decisão ocorreu depois de ela ter conversado por pelo menos três vezes com o ministro no fim de semana.
Nascimento foi escolhido por Dilma, apesar da pressão do PMDB para que não o nomeasse, uma vez que é adversário do senador Eduardo Braga nas disputas políticas no Amazonas.
Ontem pela manhã, a presidente reuniu-se com os ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e com o chefe do gabinete pessoal, Giles Azevedo. Depois da reunião, mandou que a Secretaria de Imprensa divulgasse nota de duas linhas, que diz apenas: 'A presidente manifestou apoio ao ministro Alfredo Nascimento, que será responsável pela condução das investigações nos Transportes'.
Embora o apoio a Nascimento tenha causado certa surpresa nos meios políticos, ocorreu de forma deliberada. O próprio ministro já havia conversado com a presidente sobre um forte descontentamento com a atuação de Pagot e Neves, de acordo com informações de auxiliares de Dilma. Nascimento dissera à presidente, ainda conforme essas informações, que não se sentia à vontade para afastar Pagot e Juquinha, porque cada um tinha um padrinho mais forte - o primeiro é afilhado político do senador Blairo Maggi (PR-MT) e, por extensão, de Lula; o segundo, o PR de Goiás, com o apoio do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles.
Suplente. Houve ainda uma pressão do PT do Senado para que Dilma não tirasse Alfredo Nascimento. Ocorre que Nascimento é senador licenciado. Seu suplente é João Pedro, do PT do Amazonas. Caso o ministro fosse mandado de volta para o Senado, o PT perderia a segunda cadeira em menos de um mês - no mês passado, já havia sido desfalcado de uma vaga, com a ida de Gleisi Hoffmann para o lugar de Antonio Palocci na Casa Civil. No lugar dela, assumiu Sérgio Souza, do PMDB do Paraná.
Em 2007, quando Blairo Maggi, então governador de Mato Grosso, levou a indicação do nome de Pagot para a diretoria-geral do Dnit a Dilma (que era a chefe da Casa Civil), esta não o aprovou. Disse que havia denúncias contra o indicado, além de defender que os cargos nas agências não fossem entregues a políticos com forte ligação partidária. Mas Lula bancou Pagot e enviou a mensagem com a indicação dele ao Senado.
Contra Pagot havia a denúncia de que, entre abril de 1995 e junho de 2002, ele fora assessor parlamentar do senador Jonas Pinheiro (PFL-MT) e, mais tarde, de Blairo Maggi. Ao mesmo tempo, porém, era acionista e dirigente da Hermasa Navegação da Amazônia, com sede em Itacoatiara, a 240 km de Manaus. O dono da Hermasa era Blairo Maggi. Por mais de sete anos, Pagot ocupou dois lugares ao mesmo tempo. Contra Neves há suspeitas de superfaturamento na Ferrovia norte-sul.
Substitutos
O ministério anunciou ontem Felipe Sanches como interino na presidência da Valec; José Enrique Sadok na diretoria-geral do Dnit; e Wilson Wolter Filho, chefe de gabinete do ministro.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Um hacker invadiu o correio eletrônico pessoal da presidente Dilma Rousseff e copiou e-mails que ela recebeu durante sua vitoriosa campanha à Presidência da República, no ano passado, revela reportagem de Matheus Leitão e Rubens Valente na edição desta quinta-feira (30) da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O rapaz tentou vender os arquivos a políticos de dois partidos de oposição, o DEM e o PSDB, mas disse que não teve sucesso.

A Folha encontrou-se com o hacker na segunda-feira (27), num shopping de Taguatinga (DF), a 20 km de Brasília. Ele não quis se identificar. Disse que se chama "Douglas", está desempregado, mora na cidade e tem 21 anos.

Na semana passada, uma onda de ataques de hackers teve como alvo sites de órgãos do governo federal. Segundo balanço divulgado pelo Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) na terça-feira (28), vinte portais do governo e 200 sites municipais, principalmente de prefeituras, foram atacados.

O mais crítico, segundo afirmou o diretor-presidente da empresa, Marcos Mazoni, foi o ataque ao site da Presidência da República, ocorrido na madrugada de quarta-feira (22).

No dia seguinte ao ataque, o grupo de hackers LulzSecBrazil, responsável pela maioria das ações, postou em sua conta no Twitter um link para um arquivo com supostos dados pessoais de Dilma, como números do CPF e do PIS, data de nascimento, telefones e signos.

"Douglas" afirma que não integra o grupo que realizou estes ataques.

Fonte: Folha

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O grupo de hackers publicou os dados em seu perfil oficial no Twitter. Prefeito de São Paulo também é vítima dos ataques.

O grupo hacker LulzSec Brazil continua agindo. Depois de derrubar sites governamentais, eles invadiram servidores de vários setores de governos estaduais e até mesmo federal para mostrar que têm muito mais poder do que alguns imaginavam. Agora os focos dos ataques foram dados pessoais da presidente Dilma Rousseff e do prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab.


Entre os dados estavam os números de telefones, CPF e PIS dos políticos, além de informações menos sigilosas, como data de nascimento e escolaridade. Por algum tempo as informações foram contestadas, mas logo a assessoria de imprensa de Kassab confirmou a veracidade de alguns dados, lamentando o ocorrido.

Mais ataques à Petrobras

Após relatos de que o LulzSec estava utilizando apenas ataques DoS (negação de serviço) nos servidores da Petrobrás, o grupo voltou a atacar e dessa vez mostrou que consegue realmente invadir e roubar informações. Prova disso são os vários documentos postados no site do grupo brasileiro, revelando dados de login e códigos de funcionários da empresa de petróleo.
De acordo com o SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), nenhum dado sigiloso foi realmente divulgado, pois o grupo LulzSec Brazil não conseguiu realmente invadir nenhum servidor. Pelo Twitter, os hackers se manifestaram contrários à afirmação e prometeram divulgar ainda mais dados sobre membros do governo e de órgãos relacionados.

Fonte: Tecmundo