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VALDEMIR CINTRA LEVA O PROJETO POESIA NAS ESCOLAS A SÃO BENTO DO UNA

O Projeto Poesia nas Escolas, terá sua edição, no Colégio de Referência José do Patrocínio Mota, na cidade de São Bento do Una, nesta sexta feira, dia 18 de maio... Mais informações »

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ESTUPRADOR DE BELO JARDIM É IDENTIFICADO E CONSIDERADO FORAGIDO PELA POLÍCIA

A Polícia Civil de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, divulgou a identidade do suspeito de estuprar duas jovens dentro do banheiro de um bar no município... Mais informações »

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EX-DIRETOR DE OBRAS ENVIA TEXTO CITANDO E COBRANDO RESPOSTAS DE HÉLIO DOS TERRENOS SOBRE AS OBRAS PARADAS EM BELO JARDIM

O ex-diretor de Obras da prefeitura de Belo Jardim, Ubirajara Carvalho (Bira), enviou para o blog, uma carta dirigida ao prefeito, Hélio dos Terrenos, onde cita... Mais informações »

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MUNICÍPIO DE BELO JARDIM PAGARÁ MULTA QUASE MILIONÁRIA EM RAZÃO DA INCOMPETÊNCIA DO PREFEITO HÉLIO DOS TERRENOS

Belo Jardim está desgovernado. A prefeitura de Belo Jardim deixará de investir até meio milhão de reais do dinheiro de nossos impostos, que seriam destinados...... Mais informações »

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JOÃO MENDONÇA FALA SOBRE O BOATO DE QUE ELE IRIA SE UNIR A HÉLIO DOS TERRENOS, LEIA

Diante dos últimos acontecimentos com o rompimento da aliança Cintra Galvão/Hélio dos Terrenos, e as demissões dos indicados pelo grupo Galvão... Mais informações »

Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014


Navegador do Google ganha nova versão que ajuda usuário a rastrear de onde vem aquele ‘barulhinho’ irritante.

Quantas vezes você começou a abrir abas indiscriminadamente e, percebeu um som estranho tocando no seu fone interrompendo aquela música legal que você adora ouvir? O Google, mais uma vez, quer acabar com o seu problema.

A nova atualização do Google Chrome, testada em modo beta desde novembro, está disponível e inclui uma funcionalidade que mostra abas que estejam emitindo sons, usando sua webcam ou mandando imagens para sua TV.

Além do “sinalizador de sons”, o update do Chrome inclui avisos mais fortes sobre a navegação segura na rede, maior supervisão de usuários adultos sobre membros de sua família e uma nova visualização do navegador e suas abas no modo Metro do Windows 8.

Agora, se você não é fã do Chrome, mas quer ter a novidade no seu navegador, tudo bem: já existe uma extensão para o Firefox que tem a mesma função.

Fonte: Estadão

quinta-feira, 15 de março de 2012

O Google Maps encontra-se mapeando as ruas de Belo Jardim, com isso, em breve você poderá procurar as ruas de Belo Jardim no mapa do Google e no GPS.

Confira as fotos de um dos carros da Google Maps que estão mapeando as ruas de nossa cidade:

 
 
 
Última foto: Danilo Magalhães

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Com fama de boazinha, a empresa também comete maldades contra a concorrência e seus usuários.

Todo mundo adora os serviços do Google. Seja o sistema de buscas, o mapa, o email, o editor de textos, a rede social ou o feed, quase tudo que é lançado pela companhia torna-se um sucesso pela qualidade e a identificação com o público. A bondade da empresa com seus usuários é uma espécie de lema por lá: “don’t be evil” (não seja mau, em português).

Mas o poder em excesso também pode trazer alguns inimigos no meio empresarial – ou transformar você em um deles. A gigante de Mountain View não escapou disso: algumas de suas atitudes são dignas de um supervilão de filme. O Tecmundo separou abaixo alguns dos planos malignos da empresa.
A dona da bola

O Google não gosta de ver o sucesso alheio, principalmente em territórios ainda não explorados pela empresa. Ao menos é isso que pensa Steve Jobs, que em 2010 atacou a concorrente com um discurso para transformá-la no vilão da tecnologia.

O fundador da Maçã usou fatos para confirmar suas ideias: o Google começou como um mecanismo de buscas e atua hoje com navegadores, emails, sistemas operacionais e redes sociais, fora seu smartphone próprio, o Nexus.

Foi isso que irritou Steve Jobs, o chefão da Apple, que briga há tempos no mercado com seu iPhone – e não gosta de ver mais gente no páreo, que conta ainda com Samsung e Nokia, por exemplo.


O poder exercido pela gigante não incomoda só outras empresas, mas o próprio governo dos Estados Unidos. Em setembro, a audiência "O Poder do Google: Trabalhando para Consumidores ou Ameaçando a Competição?” vai discutir se há ou não abusos de influência por parte da companhia.

Ela estaria sendo acusada de formação de truste, um grupo financeiro que controla um conjunto de empresas na busca do monopólio de algumas categorias.
Busca nem tão profunda

Outra acusação pesada contra o Google é uma extensão do truste, mas apenas em relação ao seu sistema de buscas: a empresa é constantemente acusada de privilegiar seus próprios serviços na hora de exibir o resultado das pesquisas. Em outras palavras, as primeiras páginas não seriam as melhores para o público em geral, mas sim as que mais agradam ou interessam a gigante. Em 2010, um estudo feito por um analista de Harvard tentou provar a falcatrua.


Desse modo, clientes constantes ou ramificações da companhia surgem em primeiro lugar, com os resultados “de verdade” surgindo em posições inferiores. Recentemente, a Google afirmou que modificou o algoritmo que cuida das pesquisas para eliminar sites com conteúdos ruins ou nada originais, mas não se pronunciou em relação às acusações de favorecimento.

O olho que tudo vê

As teorias da conspiração que rondam a rede adoram afirmar que o Google sabe tudo sobre você – e usa essas informações privilegiadas para controlá-lo e fortalecer ainda mais a dominação da empresa sobre o usuário. Pode parecer roteiro de filme de terror, mas o que acontece é algo muito similar.


No caso das propagandas que chegam ao seu email e em outros serviços, acontece algo assustador: ela é direcionada de acordo com o conteúdo de suas mensagens. Falar em “emprego” com seus contatos, por exemplo, pode resultar em propagandas de sites que registram currículos e oferecem cargos. A empresa já se defendeu, afirmando que o sistema baseia-se em palavras-chave e é totalmente automatizado, portanto ninguém efetivamente lê os recados.

Ainda assim, essa atitude dá armas aos concorrentes: o tema foi tratado com um humor incisivo em um recente vídeo que mostra o “Gmail Man”, o correio eletrônico em forma de gente, que não respeita a privacidade dos usuários e lê todas as correspondências.


E não adianta tentar se esconder: com o Latitude, um serviço integrado com o Google Maps, a companhia determina sua localização e também mostra onde estão seus amigos, possibilitando o contato por outros serviços, como o GTalk. Aí já é demais, não?
A era Ctrl+C e Ctrl+V

Há quem credite isso apenas à Wikipédia, mas o Google também influencia nas pesquisas rápidas e sem aprofundamento – fora o simples ato de copiar e colar o primeiro texto que você encontra pela frente. O serviço de buscas da empresa é inegavelmente eficiente, mas deixa alguns usuários bem mais preguiçosos.

Trabalhos escolares (ou até acadêmicos) ficam restritos a conteúdos prontos e iguais, contidos apenas na primeira página de resultados do Google. Isso passa longe de vastas consultas e leituras aprofundadas, por exemplo, hábitos mais constantes quando a biblioteca ainda era a fonte primária de conhecimento.
É muito dinheiro em jogo

Ninguém pode culpar uma empresa por ter um marketing agressivo no mundo dos negócios e fazer o que ela acha certo para ter lucro, mas as estratégias tomadas pelo Google enfurecem a concorrência pelas atitudes ousadas – e assustam os consumidores, impressionados com os altos valores envolvidos nas negociações.

É só pegar o exemplo das tentativas de compra: os criadores do Twitter já recusaram alguns bilhões de dólares para vender a rede social – e isso criou um clima péssimo entre os empregados de ambas as companhias.


É possível analisar também as falhas em adquirir o Groupon (site de compras coletivas) e o Yelp (página de resenhas de restaurantes e bares, que hoje é cliente do Google Analytics). Esses atos fizeram a empresa correr atrás de duas concorrentes imediatas desses endereços, num golpe de vingança pelas respostas negativas.
Os funcionários também estão em jogo: o Google tira engenheiros e programadores de diversas empresas, pois oferece salários astronômicos para que os melhores profissionais integrem o time de Mountain View.


Você acha que a Google é um vilão ou só faz o bem na internet? Tem alguma empresa pior que ela? Deixe seu comentário e até a próxima!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011


Transação tem como objetivo fortalecer o mercado dos dispositivos com Android. Segundo Larry Page, medida garante mais proteção contra empresas adversárias.

A Google anunciou na manhã desta segunda-feira (15 de agosto) a compra da Motorola Mobility pelo valor de US$ 40 por cada ação, resultando em um negócio total de US$ 12,5 bilhões. O acordo foi aprovado por unanimidade entre os conselhos de administração de cada companhia, e representa um ganho de 63% em relação ao valor das ações da Motorola na última sexta-feira (12 de agosto).

A aquisição da Motorola vai permitir que a Google fortaleça ainda mais a marca Android, aumentando a competição no mercado de telefonia móvel. A Motorola Mobility será operada como um negócio separado pela companhia de Mountain View, que continuará a disponibilizar o sistema operacional para smartphones como uma plataforma aberta.
 
Proteção contra competidores

Em uma atualização publicada no blog oficial da Google, Larry Page afirma que a compra não se deve somente ao apoio que a companhia dava ao Android, mas também devido ao fato da Motorola ser “uma líder de mercado em dispositivos caseiros e no negócio de soluções em vídeo”.

O fundador da gigante de buscas também afirma que a compra vai ajudar a desenvolver o portfolio de produtos da companhia,  a ajudando a se proteger das ameaças representadas pela Microsoft, Apple e outras empresas. Page também se comprometeu a continuar a parceria entre o Android e outros fabricantes, afirmando que a compra da Motorola Mobility não deve representar prejuízos a nenhum parceiro.

A transação ainda está sujeita à aprovação de órgãos regulatórios dos Estados Unidos, União Europeia e outras jurisdições. A expectativa é que o negócio se concretize entre o final de 2011 e o começo de 2012.
 
Reação positiva do mercado

Os parceiros comerciais da Google responderam de maneira positiva ao anúncio da compra da Motorola Mobility. Peter Chou, CEO da HTC, disse que a notícia é bem-vinda e mostra o comprometimento da gigante de buscas em defender a plataforma Android, seus parceiros e todo o ecosistema de sistema operacionais para smartphones.

Bert Nordberg, presidente e CEO da Sony Ericsson, tem opinião semelhante, destacando o comprometimento da companhia em defender o Android e seus parceiros. Da mesma forma, Jon-Seok Park, presidente e CEO da LG expressou animação quanto à nova empreitada da empresa da Mountain View.

Research in Motion, Microsoft, Nokia e o setor de TV a cabo estão emergindo como possíveis ganhadores depois que o Google anunciou a aquisição da Motorola Mobility por 12,5 bilhões de dólares, na segunda-feira.

Se outros fabricantes de celulares decidirem abandonar o sistema operacional Google Android, Nokia e RIM se beneficiariam.

As companhias de TV paga poderiam se ter muito a ganhar caso o Google, que controlará a fabricação de decodificadores Motorola, modere suas iniciativas que perturbam o setor.

Enquanto isso, é improvável que a transação tenha impacto sobre os esforços da Apple para conquistar corações e mentes entre os usuários de celulares inteligentes, disseram analistas. Agora que o Google se tornará seu concorrente direto, a empresa poderá abandonar certos produtos do Google que utiliza em seus aparelhos.

Microsoft

A Microsoft pode se beneficiar se os fabricantes começarem a procurar por alternativas de software ao Android, disse Shaun Collins, analista da CCS Insight, apesar de clientes mostrarem poucos sinais de interesse nas tentativas da gigante de softwares de entrar no mercado de telefonia móvel.

Mas o acordo coloca a Microsoft diretamente em conflito legal com o Google sobre patentes do Android, já que a Microsoft e a Motorola já travam algumas disputas judiciais sobre propriedade intelectual.

A Microsoft também pode se sentir pressionada para achar alvos de compra, como a HTC, disse Al Hilwa, diretor de programas da IDC.

Nokia

As ações da Nokia chegaram a subir mais de 9 por cento na segunda-feira, à medida que a oferta do Google pela Motorola recolocou em circulação especulações sobre uma oferta pela companhia finlandesa, que alguns meses atrás decidiu adotar o Windows Phone como sistema operacional de seus novos celulares. A Nokia não comentou sobre os boatos.


RIM

A Research in Motion, fabricante do BlackBerry, está perdendo o firme domínio que exercia sobre a telefonia móvel empresarial, por efeito de aparelhos como iPhone e iPad, e em certa medida também dos celulares equipados com o Android.

Suas ações caíram em quase 60 por cento neste ano, já que a empresa não alcançou suas previsões de lucro, atrasou uma nova linha de aparelhos celulares e não empolgou o consumidor com seu tablet PlayBook.

Além disso, uma integração mais estreita entre o software Android e o hardware Motorola pode "representar pressão adicional pelo sucesso da nova linha de modelos com software QNX que a RIM vai lançar", escreveu Mike Abramsky, analista da RBC Capital Markets.

Apple

Os analistas não creem que a aquisição mude muito o cenário para a Apple na telefonia móvel, porque o Google já tinha tentado ingressar no setor por meio do celular Nexus, em parceria com o grupo taiwanês HTC. Os consumidores receberam friamente o Nexus, que não ofereceu grande desafio ao iPhone.

Uma reação imediata da Apple pode ser deixar de utilizar em seus produtos, como iPhone e iPad, alguns serviços do Google, como Mapas e sistema de buscas.

TV a cabo

O Google há muito é visto como fonte de possível perturbação para a TV paga, primeiro com o YouTube e depois com o Google TV, ainda que nenhum dos dois tenha exercido o impacto negativo previsto sobre o setor.
Com a aquisição, o Google vai se tornar um dos maiores fornecedores do setor de TV a cabo. Mesmo que os decodificadores físicos desapareçam como o walkman, o software de cifragem e acesso condicional de Motorola continuará importante.