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VALDEMIR CINTRA LEVA O PROJETO POESIA NAS ESCOLAS A SÃO BENTO DO UNA

O Projeto Poesia nas Escolas, terá sua edição, no Colégio de Referência José do Patrocínio Mota, na cidade de São Bento do Una, nesta sexta feira, dia 18 de maio... Mais informações »

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ESTUPRADOR DE BELO JARDIM É IDENTIFICADO E CONSIDERADO FORAGIDO PELA POLÍCIA

A Polícia Civil de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, divulgou a identidade do suspeito de estuprar duas jovens dentro do banheiro de um bar no município... Mais informações »

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EX-DIRETOR DE OBRAS ENVIA TEXTO CITANDO E COBRANDO RESPOSTAS DE HÉLIO DOS TERRENOS SOBRE AS OBRAS PARADAS EM BELO JARDIM

O ex-diretor de Obras da prefeitura de Belo Jardim, Ubirajara Carvalho (Bira), enviou para o blog, uma carta dirigida ao prefeito, Hélio dos Terrenos, onde cita... Mais informações »

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MUNICÍPIO DE BELO JARDIM PAGARÁ MULTA QUASE MILIONÁRIA EM RAZÃO DA INCOMPETÊNCIA DO PREFEITO HÉLIO DOS TERRENOS

Belo Jardim está desgovernado. A prefeitura de Belo Jardim deixará de investir até meio milhão de reais do dinheiro de nossos impostos, que seriam destinados...... Mais informações »

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JOÃO MENDONÇA FALA SOBRE O BOATO DE QUE ELE IRIA SE UNIR A HÉLIO DOS TERRENOS, LEIA

Diante dos últimos acontecimentos com o rompimento da aliança Cintra Galvão/Hélio dos Terrenos, e as demissões dos indicados pelo grupo Galvão... Mais informações »

Mostrando postagens com marcador FBI. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 25 de maio de 2015


A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), através da Polícia Científica, anunciou nesta segunda-feira (25) o funcionamento do Banco de Dados de Perfis Genéticos “CODIS”, que reúne informações biológicas de condenados por crimes hediondos (homicídio, latrocínio, estupro). O sistema, em atividade desde março deste ano, foi doado pelo FBI e está integrado com outros 18 bancos de dados genéticos de todo Brasil, sob a coordenação da Polícia Federal. Com isso, criminosos que tenham suas informações genéticas armazenadas podem ser identificados com mais agilidade e em diversas partes do mundo.

Para alimentar o banco de dados, a Polícia Científica coletou, em 2014, amostras de 800 detentos da Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá, no Grande Recife. Deste total, 270 perfis de criminosos já foram traçados e os 530 restantes devem ser incorporados ao CODIS até o final deste primeiro semestre. Após conclusão desta etapa será a vez dos condenados que cumprem pena no Complexo Prisional do Curado, ainda sem data definida. 

A iniciativa de coletar amostras biológicas de condenados por crimes hediondos no Brasil está apoiada na Lei nº 12.654/12​, no entanto é pioneira no País uma vez que os demais bancos de dados do Brasil não contam com amostras de condenados. A gerente geral de Polícia Científica, Sandra Santos, acredita que com esta inovação será possível evitar crimes e salvar vidas. “Hoje nós temos uma série de casos detectados a partir do banco de dados genético. Assim você pode pegar um suspeito caso ele esteja no nosso banco de dados e tenha deixado algum vestígio no local do crime”, explicou.

Agora integrado nacionalmente, o banco de dados faz parte das ferramentas do Laboratório de Perícia e Pesquisa em Genética Forense, implantado em 2012 no Estado, Inicialmente o sistema recrutava apenas infomarções genéticas de cadáveres sem identificação, familiares de pessoas desaparecidas e vestígios biológicos encontrados em locais de crimes (fluidos, ossos, cabelos,etc). 

Estima-se que atualmente o banco de dados reúna amostras de 15 perfis de grupos familiares de pessoas desaparecidas, aproximadamente 100 perfis encontrados em vestígios, sendo a maioria de crimes de agressão sexual. Hoje o Laboratório de Perícia e Pesquisa em Genética Forense auxilia diversos estados do Norte/Nordeste que ainda não dispõem de laboratórios implantados, a exemplo do Maranhão, Sergipe, Piauí, Acre, Tocantins e Alagoas.​

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Membros do grupo foram presos nos Estados Unidos e no Reino Unido. Expectativa é de que todos os hackers sejam identificados em breve.

Na última segunda-feira (27 de junho), o FBI executou um mandado de busca na cidade americana de Hamilton, em Ohio que, segundo a mídia local, está ligado a um dos membros do grupo hacker LulzSec. A ação ocorreu dois dias depois após o grupo anunciar o fim de 50 dias de atividades que revelaram dados confidenciais pertencentes a grandes empresas e órgãos governamentais.
Michaels Brooks, representante do escritório do FBI em Cincinnati, confirmou a operação ocorrida em um endereço na Jackson Road, em Hamilton, mas não ofereceu informações concretas sobre o objetivo do mandado de busca. Tudo indica que uma pessoa foi presa e interrogada pelo órgão, mas qualquer dado sobre sua identidade permanece em sigilo.
Os indícios de que a operação teve como alvo membros do LulzSec vem do fato de que o grupo divulgou na última semana dados pessoais de dois de seus ex-integrantes, acusando-os de serem os responsáveis por diversos crimes cibernéticos. A denúncia ocorreu devido às suspeitas de que as duas pessoas foram responsáveis por vazar conversas internas que revelam detalhes sobre as ações perpetuadas pelos hackers – coincidentemente, um membro conhecido como “m_nerva” vivia em Hamilton.
Prisões em escala internacional
Essa não é a primeira vez que um membro do LulzSec se vê como alvo de uma investigação policial. No dia 23 de junho, a polícia do Reino Unido prendeu Ryan Cleary na cidade de Wickford, em Essex, suspeito de ser o responsável por operar o canal de IRC do grupo. Além disso, a polícia norte-americana da cidade de Iowa interrogou no dia 28 do mesmo mês Laurelai Bailey, suspeita de ter conexões com os hackers.
Com o aumento da pressão feita pelas forças policiais, na segunda-feira (27 de junho), um dos líderes do grupo, identificado como Topiary, deletou todas as mensagens publicadas em sua conta no Twitter. A única mensagem deixada pelo hacker é a de que ele estava “abandonando o barco”.
Identificação do grupo é questão de tempo
Grupos usando o nome “A Team” e “LulzSec Exposed” surgiram nos últimos dias com o objetivo de divulgar informações pessoais dos membros do grupo. Segundo uma fonte familiar com o assunto, todas as informações divulgadas até o momento estão sendo investigadas com atenção pelo FBI.
Segundo E.J Hilbert, ex-agente do FBI e atual presidente da Online Intelligence, o LulzSec é somente um grupo de crianças rebeldes em busca de diversão que passou dos limites. Segundo ele, mais cedo ou mais tarde, todos os membros do grupo serão encontrados pela lei e terão que responder pelas ações realizadas.
 
Fonte: Tecmundo